Glossário
Cruz celta: definição
Uma tiragem clássica de 10 cartas que oferece uma visão abrangente de uma situação, suas influências e resultado provável.
A cruz celta é uma tiragem clássica de dez cartas que oferece uma visão completa de uma situação, das suas influências e do seu resultado provável. É uma das estruturas mais conhecidas do tarot.
As suas posições cobrem habitualmente: situação presente, obstáculo, meta consciente, raízes inconscientes, passado recente, futuro próximo, imagem de si, ambiente, esperanças e medos, e resultado.
A sua força está em cruzar os planos: o consciente e o inconsciente, o passado e o futuro, o interior e o exterior. Permite ver uma situação de muitos ângulos ao mesmo tempo.
Apesar da sua popularidade, requer experiência para se ler bem: com dez cartas, cada posição modifica o sentido das que a rodeiam, e é fácil perder-se se não se domina a estrutura.
Convém lê-la em dois tempos: primeiro o detalhe de cada posição, depois um olhar de conjunto que capte o clima geral, as repetições e a coerência entre as distintas cartas.
Pela sua amplitude, é mais adequada para perguntas complexas ou situações que se querem explorar a fundo do que para questões simples, onde uma tiragem breve resulta mais clara e direta.
Por tudo isso, a cruz celta recompensa o estudo: dominar o sentido das suas dez posições e a maneira como dialogam entre si transforma uma tiragem aparentemente intimidante num retrato detalhado e muito revelador de uma situação.
Perguntas frequentes
- Quantas cartas tem a cruz celta?
- Dez, repartidas em posições como situação, obstáculo, metas, raízes, passado, futuro, ambiente, esperanças e resultado.
- É uma tiragem para principiantes?
- Não de todo: pelo seu tamanho requer experiência, pois cada posição modifica o sentido das cartas vizinhas.
- Como convém lê-la?
- Em dois tempos: primeiro o detalhe de cada posição e depois um olhar de conjunto que capte o clima geral.